Novas aéreas podem chegar ao Brasil, afirma Secretário

Por 10 de dezembro de 2019 Ponte Aérea LVT

O secretário de Aviação Civil, Ronei Saggioro Glanzmann, disse na semana passada, em Brasília, que as recentes medidas do Governo Bolsonaro deverão atrair novas companhias aéreas, principalmente as que operam nos regimes low-cost e ultra low-cost, para o País. “A abertura de capital estrangeiro e a redução do ICMS em diversos Estados brasileiros promoverão um novo ciclo de popularização do transporte aéreo em nosso País”, disse.

Luis Felipe de Oliveira, diretor da Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo, também confirmou que algumas empresas internacionais desejam entrar no Brasil.  “E não é um processo simples, já que dependem de vários fatores, como a disponibilidade de aeronaves, de criar a empresa, da contratação e treinamento de pilotos, entre outros aspectos, o que deve demorar um pouco para confirmarmos. No entanto, esperamos que a partir do final do ano que vem já tenhamos alguma coisa mais efetiva”, revelou.

Primeira aéreas já chegaram  

Em um ano, o Brasil já recebeu voos de três novas companhias aéreas de baixo custo: Flybondi (Argentina), Norwegian (Noruega) e Sky (Chile). A chegada dessas companhias reduziu o preço das passagens para os destinos que operam. As empresas chegam a oferecer valores quase 65% mais baixos do que os cobrados pelas companhias aéreas tradicionais, dependendo da data da viagem.

No ano que vem, será a vez da Virgin Atlantic, do excêntrico bilionário Richard Branson, desembarcar no país, com voos de Londres a São Paulo. A companhia, porém, não é de baixo custo.

Outra aérea que deve vir para o Brasil é a GulfAir, do Bahrein. A empresa já manifestou interesse ao Ministério do Turismo, mas ainda não entrou com pedido para operar junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Além delas, já temos a confirmação que, a partir do segundo semestre de 2020, a companhia holandesa Fly Caribbean Direct oferecerá voos diretos de São Paulo e Brasília para a ilha de Bonaire, no Caribe. As operações conectarão também a Aruba, Cancun, Havana e Punta Cana.