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O que podemos aprender com a China?

By Coronavírus

Na última sexta-feira (19), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e autoridades chinesas anunciaram que, pela primeira vez desde dezembro, a cidade de Wuhan, epicentro da pandemia de Covid-19, não registrou nenhum caso da doença em 24 horas. 

Após 81 mil casos de coronavírus na China, menos de 7 mil permanecem doentes. Mais de 70 mil já foram curados. Aos poucos, o país respira cada vez mais aliviado e vislumbra a vida pós-coronavírus. 

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, com informações das agências Associated Press (AP) e France Press (AFP), a vida começa voltar ao normal nas grandes cidades chinesas. O comércio volta a abrir as portas. Para entrar em supermercados e restaurantes, é preciso medir a temperatura, além de ser proibido sentar frente a frente, durante as refeições. Já é possível, inclusive, ver aposentados praticando atividades nos parques, todos com máscaras.

China

China: local que foi epicentro do surto do novo coronavírus não apresentou novos casos pela primeira vez desde o início da doença (Bloomberg/Getty Images)

Na semana passada, o último hospital temporário montado em Wuhan foi fechado e a Apple anunciou a reabertura de todas as suas 42 lojas no país. Em Pequim, o trânsito volta lentamente ao caos habitual e, em breve, o ar da capital ficará irrespirável de novo.

Toda essa melhoria se deve às medidas severas que foram tomadas pelo governo chinês para que a contenção acontecesse de forma rápida e eficaz. Dentre elas, isolamento imediato antes do pico; suspensão dos serviços de transportes pessoais dentro de condomínios e universidades; proibição da entrada de não condôminos em conjuntos habitacionais;  suspensão e/ou redução dos serviços de entrega; controle rigorosos de voos internacionais nos portos de entrada do país; checagem de temperatura em todos os estabelecimentos públicos; e suspensão imediata das atividades acadêmicas.

Fica aqui a lição que os chineses deram ao mundo. Com medidas eficazes de restrição, é possível sair dessa crise em um tempo muito menor.

Por isso, nós da LVT pedimos a todos que fiquem em casa. Essa é a única forma de conter o crescimento da curva. Vamos fazer a nossa parte!

Boas notícias sobre o coronavírus

By Coronavírus

Apesar de toda a gravidade da pandemia do coronavírus, existem motivos para ficarmos mais otimistas. Talvez o maior deles é que o número de casos diagnosticados na China está diminuindo e, segundo o presidente Xi Jinping, a epidemia está “praticamente detida” no país. Mas as boas notícias não param por aí. Confira!

Pesquisas e vacinas

Em todo o mundo, especialistas se dedicam a entender o vírus e projetar uma vacina. O vírus foi identificado em 7 de janeiro, na China, e no dia 10, seu genoma já estava disponível, um importante passo para o desenvolvimento de uma vacina. Em 13 de janeiro, foi disponibilizado o teste de RT-PCR para detectar o vírus.

Além disso, a Inovio Pharmaceuticals anunciou uma vacina de DNA sintético para o novo coronavírus, INO-4800, baseada no gene S da superfície do vírus. Já a Sanofi usará sua plataforma de expressão de baculovírus recombinante para produzir grandes quantidades do antígeno de superfície do novo coronavírus.

Combinação de remédios 

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Tailândia anunciou que pacientes apresentaram melhora 48 horas após serem tratados com uma combinação de medicamentos para HIV e altas doses do oseltamivir, usado no tratamento de H1N1. 

Na China, médicos também têm usado medicamentos para HIV, tendo como base estudo de 2004 que apontou respostas favoráveis em casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), que matou cerca de 800 pessoas em 2002 e 2003.

Além disso, autoridades têm recomendado a integração da medicina tradicional chinesa, por meio de substâncias que têm ingredientes antivirais ativos, e a medicina ocidental. Cientistas chineses já publicaram estudos sobre o uso da medicina tradicional chinesa para aliviar sintomas da Sars.

O sucesso na Coréia do Sul

Mesmo com um alto número de infectados por coronavírus, a Coreia do Sul apresenta uma taxa de letalidade baixa em comparação a outros países. A estratégia, coordenada pelo Ministério da Saúde, foi estabelecida desde o primeiro dia: o objetivo era criar uma rede abrangente de diagnóstico e de redução da taxa de letalidade.

Para especialistas, o método usado pela Coreia do Sul é o mais eficaz, pois permite a obtenção de um panorama mais amplo sobre a disseminação do vírus. Inclusive, o Brasil está negociando a importação deste método de diagnóstico massivo – um teste rápido igual ao de gravidez.

A situação pede todo cuidado possível, mas é muito bom saber dessas notícias. Aos cidadãos, cabe respeitar e seguir as medidas preventivas. Se todos fizerem sua parte, sairemos desta crise em um tempo bem menor.  

Fontes: BBC, Terra e UOL