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Arquivos Devo viajar? - LVT Travel Business

Latam opera apenas 3 voos internacionais no Brasil: SCL, MIA e JFK

By Coronavírus

O Grupo LATAM Airlines e suas subsidiárias anunciaram, que, devido a restrições de viagens determinadas pelas autoridades e menor demanda após a pandemia do novo coronavírus, suspenderá temporariamente rotas internacionais adicionais até 30 de abril.

Todos os passageiros com voos cancelados não precisam tomar nenhuma ação imediata, de acordo com a companhia. O valor do bilhete será automaticamente mantido como crédito para futuras viagens, ou o passageiro poderá reagendar a data do seu voo, sem nenhum custo, até 31 de dezembro deste ano.

As rotas internacionais que o Grupo LATAM continuará a operar, com frequências limitadas, serão:
• Santiago e São Paulo.
• São Paulo para Miami e Nova York
• Santiago para Miami e Los Angeles

Segundo a empresa, a continuidade dessas rotas, ou a reabertura de outras rotas internacionais, dependerá de alterações nas restrições de viagem e fechamento de fronteiras impostas pelos diferentes países onde a empresa opera e das condições de demanda e serão informadas oportunamente.

fonte: Panrotas

Com coronavírus, é para cancelar viagem? Veja o que dizem médicos e conheça seus direitos

By Coronavírus

É melhor cancelar tudo logo ou é exagero e dá para ir viajar?
E se resolver desistir, você tem direito ao dinheiro de volta?
Veja as respostas a seguir

Por Júlia Lewgoy, Via Valor Investe — São Paulo

 

Quem tem viagem marcada para o exterior está com os cabelos em pé em meio à pandemia do coronavírus que assusta o mundo. É melhor cancelar tudo logo ou é exagero e dá para ir? E se resolver desistir, você tem direito ao dinheiro de volta? O Valor Investe fez essas perguntas a médicos infectologistas, entidades de defesa do consumidor e companhias aéreas.A orientação médica é evitar viajar sempre que puder, tanto para países em que o coronavírus está muito presente, como a China e a Itália, quanto para destinos onde o número de casos está começando a crescer, como países da Europa e Estados Unidos.

“Hoje a recomendação é que viagens que não são essenciais sejam adiadas. Turismo não é essencial”, diz Tania Chaves, coordenadora do Comitê de Medicina de Viagem da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
Quanto maior a idade do viajante, mais a viagem deve ser evitada. Nas crianças, o coronavírus tem se apresentado de forma leve e a mortalidade é próximo a zero. Já em idosos, a mortalidade é em torno de 15%. Por isso, segundo especialistas, idosos não devem viajar de jeito nenhum.
Entre profissionais da saúde, circula uma teoria de que o ciclo do coronavírus dura entre quatro e seis meses a partir do início dos casos em cada país. “Depois de quatro a seis meses de coronavírus no destino, você pode ir com mais segurança. É tempo de observação”, diz Carlos Baia, diretor técnico do Hospital Nove de Julho.

Viagens dentro do Brasil podem ser mantidas, por enquanto. “O momento da epidemia no Brasil é de prudência; não de pânico”, diz o informe de orientação da SBI sobre o coronavírus.
Em aeroportos, todos os cuidados de higiene devem ser redobrados, pois em lugares com grande aglomeração de pessoas, há mais chance do coronavírus ser transmitido. A SBI recomenda ter “etiqueta respiratória” e higienizar com frequência as mãos com água e sabão ou álcool gel. Somente pessoas infectadas e profissionais da saúde devem usar máscaras.

Conheça seus direitos para cancelar

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que determine uma norma que assegure aos consumidores a possibilidade de cancelamento sem ônus de passagens aéreas nacionais e internacionais para destinos atingidos pelo coronavírus. No entendimento do MPF, a cobrança de taxas e multas, em situações de emergência mundial em saúde, é prática abusiva e proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. No entanto, a Anac ainda não tem uma regra específica para essa situação.

Para o Procon-SP, o consumidor não é obrigado a expor sua saúde a riscos viajando para destinos onde poderá contrair o coronavírus e pode optar por uma das seguintes alternativas: postergar a viagem para data futura, viajar para outro destino de mesmo valor ou, ainda, obter a restituição do valor já pago. Outras possibilidades podem ser negociadas com a empresa, desde que seja uma alternativa que não prejudique o consumidor e com a qual ele esteja de acordo.

Caso o consumidor se sinta prejudicado em razão da postura adotada pela empresa, ele pode procurar o Procon-SP, que irá intermediar a negociação para tentar compor um acordo com a empresa. Até ontem (12), o Procon-SP realizou 713 atendimentos sobre problemas relacionados ao coronavírus (cancelamentos de viagens, denúncia de abusividade de preços e ausência de produtos).

De acordo com a advogada Luciana Rodrigues Atheniense, representante da Comissão de Defesa do Consumidor do Conselho Federal da OAB, o consumidor não pode ser punido por uma situação que foi alterada após a compra da passagem, como no caso de uma pandemia.

“Muitas vezes, no caso de passagens promocionais, as empresas dizem que o consumidor sabia das regras e querem restituir apenas as taxas de embarque ou cobrar multas elevadas. É necessário entender que o consumidor, ao comprar passagem promocional ou um hotel com cancelamento não-reembolsável, não tinha noção da proporção que a situação teria no futuro”, disse a advogada à Agência Senado.

A seguir, veja o que as companhias aéreas dizem sobre os direitos dos passageiros em meio ao coronavírus:

A Latam vai oferecer flexibilidade aos passageiros para reagendarem seus voos sem cobrança de multa. Segundo a empresa, mais informações sobre essa medida serão comunicadas oportunamente.Por enquanto, passageiros de todos os voos internacionais com reservas feitas entre 6 e 22 de março têm direito a remarcação de data e/ou destino, sem multa, mas sujeito à diferença tarifária. A alteração é válida para viagens até 31 de dezembro de 2020 e pode ser feita até 14 dias antes da partida do voo original. Passageiros de voos da ou para a Itália podem solicitar o reembolso.

A Gol flexibilizou as políticas de remarcação e cancelamento de viagens internacionais em voos operados pela empresa ou em conexão com companhias parceiras marcados para até 12 de abril de 2020. Clientes podem cancelar sua viagem e manter o valor em crédito para voos futuros. O valor estará disponível integralmente por um ano, a contar da data da compra.

Passageiros também podem remarcar sua viagem para qualquer período dentro de um ano, a contar da data da compra. A taxa de remarcação não será cobrada, incidindo apenas a diferença entre as tarifas, se houver.

Se o consumidor optar por cancelar sua viagem e solicitar reembolso, não haverá taxa de cancelamento. Contudo, a taxa de reembolso poderá ser cobrada dependendo da regra da passagem adquirida.

A Azul disponibilizou opções de remarcação de voos com origem ou destino em Lisboa ou Porto. A medida vale para clientes com passagens adquiridas para voos em março. A viagem pode ser alterada, sem custo adicional, para voar até 30 de junho de 2020, ou pode ser cancelada sem taxas e o valor fica como crédito para outros voos.

Além disso, a Azul informou que oferece reembolso integral da passagem para clientes com conexão em Lisboa ou Porto e que tem como destino ou origem a Itália.

A Avianca informou que não irá multar passageiros que queiram fazer alterações nos voos internacionais. No entanto, a diferença de tarifa poderá ser cobrada. A medida vale para bilhetes comprados até 31 de março e com data de viagem até 31 de dezembro.

Não é preciso cancelar viagens neste momento, explica infectologista

By Coronavírus

Com a proliferação do coronavírus, muitas pessoas que possuem viagens marcadas para fora do Brasil se perguntam se é preciso cancelar ou remarcar seus compromissos. A orientação do infectologista e coordenador do Centro de Gestão do Coronavírus no Estado de São Paulo, David Uip, é que não há motivos para isso. 

“Nós seguimos as orientações das autoridades públicas, e nesse momento não há coibição de ida ou vinda por nenhum meio de transporte, nem via aérea, nem via marítima”, esclarece Uip. “Vamos ficar atentos às atualizações desses órgãos, pois confio plenamente no trabalho deles.”

Uip faz um alerta apenas em relação à China. “Lá é o epicentro do vírus, e não há motivos para correr o risco em um país superpopuloso que está parado por conta do novo coronavírus. De resto, basta ter bom senso e pode viajar e tomando as precauções habituais: proteger a boca e nariz com um lenço ao espirrar e tossir, descartar o lenço e lavar bem as mãos frequentemente, alimentar-se adequadamente e ter boa hidratação”, completa.

Segundo o infectologista, estamos diante de um processo viral semelhante a todos os outros, como o Influenza, a gripe comum, e esse é o momento de buscar a informação de fontes confiáveis. “O pânico é gerado pelas notícias falsas. Fake news são verdadeiros crimes na área da saúde”, alerta Uip. “Temos de ter tranquilidade, informar com transparência e continuar o dia a dia, continuar a rotina de trabalho, as viagens…”

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